Cozinha

Melhor afiador de facas: quais os tipos e como escolher?

Melhor afiador de facas

Possuir utensílios, sobretudo instrumentos de corte, em perfeito estado de uso é uma condição indispensável para um bom chefe de cozinha, seja ele profissional ou domiciliar, e é de extrema importância para o cozinheiro que, para isso, ele tenha à disposição um bom afiador de facas.

Já desde muito tempo que afiar (ou amolar) suas próprias facas caiu no gosto popular, deixando de ser uma função legada a um profissional que trabalhe especificamente nesta área. Isto faz muito sentido, principalmente quando se tem em mente o volume de instrumentos de corte que, por exemplo, um dono de restaurante possuiria que precisariam de manutenção periódica.

A longo prazo, o valor gasto em serviços de afiação somaria um montante exorbitante – o que pode ser tranquilamente economizado ao se adquirir um afiador pessoal, ou para uso profissional, no caso de um empresário no ramo de alimentícios.

A importância de um bom fio

Facas com um fio adequado garantem cortes mais precisos e fazem com que os alimentos preservem mais de suas características, já que uma faca cega não os corta, mas sim os esmaga, o que faz com que o alimento tenha reduzida parte de seus nutrientes, pois durante este processo de “esmagamento” parcelas de seu sumo são perdidas.

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Facas bem afiadas também fazem com que a aparência do alimento seja aprimorada, se tornando mais uniforme e padronizada, um fator de grande importância dentro de um negócio voltado à produção culinária, onde os pratos precisam imperativamente ser apresentados de forma que seu consumidor os enxergue como atrativos e bem preparados.

Ter uma faca de confiança não deixa igualmente de ser uma questão de segurança, afinal, uma faca sem corte demanda que se coloque mais força em sua utilização, e isso facilmente pode fazer com que ela deslize de formas imprevistas sobre superfícies e causem ferimentos em seu manipulador. Assim, manter bem afiados seus instrumentos de corte são, além de tudo, uma prevenção de acidentes.

Diferença entre afiar e amolar

Ao contrário do que muitos pensam, “afiar” e “amolar” não são sinônimos, e possuem, inclusive, diferenças alarmantes.

Afiar significa remover uma porção da lâmina. Assim, ela obtém novamente o seu fio. O procedimento deve ser realizado quando a ficar estiver “cega”.

Ou seja, ao se notar que a faca em questão perdeu seu poder de corte, cortando com mais dificuldade alimentos que até então não lhe representavam qualquer problema.

Já amolar, por outro lado, significa realocar o fio em seu lugar (ou ângulo) correto, alinhando eventuais reentrâncias e ondulações que se formam no metal deste objeto com o uso.

Neste segundo caso, a faca não necessariamente se tornará mais afiada, pois, em teoria, o volume de metal em sua lâmina permanecerá o mesmo, porém, por estar anatomicamente melhor distribuída, seu corte se tornará mais certeiro, algo que será perfeitamente distinguível ao se analisar o resultado final do corte desta faca.

No fim das contas, ambos os processos possuem efeito e objetivo de aperfeiçoar o utensílio de maneira a que ele desempenhe melhor sua função de separação, porém trata-se de coisas distintas e que são realizadas com técnicas e ferramentas diferentes.

Para amolar, a ferramenta mais comum é a chaira. Ela é um objeto corredio, fino e em formato cilíndrico, feito de metal e dotado de um cabo com guarda. O cabo serve para que as facas não desçam para a mão de seu usuário.

Melhor afiador de facas

Tipos de afiadores

Que manter seu conjunto de facas sempre bem afiado é uma necessidade, isso é algo que já não há qualquer dúvida. Assim como possuir um afiador em casa é uma alternativa mais econômica. Restam agora os questionamentos a respeito de qual tipo de afiador é o melhor.

Basicamente, tudo dependerá do modelo e da qualidade da lâmina a qual você pretende dar fio. Existem sempre as opções mais rústicas, que se enquadram na classificação manual de afiação, como as pedras de amolar acompanhadas de chaira.

Porém, para o seu uso correto é preciso prática. O processo de afiação na pedra, constituído por movimentos sincronizados e repetitivos, atende a uma grande demanda de utensílios. Ele pode ser extremamente cansativo e demorado.

Por isso, para os cozinheiros profissionais e donos de cozinhas comerciais, adquirir um afiador elétrico se enquadra como uma questão de necessidade. Estes certamente são um pouco mais caros que os manuais. No entanto, sua praticidade os torna muito atraentes, principalmente para este segmento que presa tanto pela agilidade.

Principais características de um bom afiador de facas

O custo de um afiador elétrico varia de acordo com o material de que seus discos e encaixes são feitos e com seu design. Uma dica importante é que se prefiram os feitos com materiais mais resistentes.

Os feitos com discos de cerâmica possuem grande durabilidade e sua granulação oferece um polimento de qualidade nas peças. O diamantado é o mais ideal em desbastes – que consiste na diminuição da grossura do metal presente na lâmina. O de aço é o mais comum, sendo o preferido por sua alta resistência e custo-benefício.

Já o de carboneto de tungstênio se encontra em outro patamar de afiadores, sendo dotado de uma resistência extrema; este material, inclusive, é o usado na confecção de coletes à prova de balas.

Há uma grande vantagem na afiação com afiadores elétricos. Tendo sido especificamente projetados para esse tipo de tarefa, sua eficácia é muito superior que a obtida manualmente. Nas mãos de um afiador leigo ou inexperiente, por exemplo, trazem um fator determinante para a sua preferência.

Tal elemento é a preservação – ou até aumento – da vida útil das facas. Esse item acaba sendo ainda mais favorável financeiramente, pois a mesma faca durará mais tempo. O uso adequado das pedras de amolar depende muito do ângulo. A pessoa que está envolvida no processo de afiação mantém a faca deve atentar ao friccioná-la sobre a pedra.

Um erro comum é a ilusão de economia que move estas pessoas a servirem-se somente do meio da pedra. Isso fará com que ela crie uma curvatura que, gradualmente, desgastará a faca, diminuindo consideravelmente sua durabilidade. Já para um afiador de facas elétrico, isso não seria problema.

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